sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A indústria cultural e a idealização capitalista da mulher

   Aquelas modelos maravilhosas que vemos nas capas de revistas não são tão maravilhosas assim. São comuns as gafes cometidas pelos editores que produzem as fotos em seus computadores, transformando um pouco aqui ou ali para adequar a modelo no padrão de beleza criado pela sociedade, mas transcendendo isso devemos analisar o cerne dessa ridícula realidade.

   A mulher desde muito tempo atrás foi educada para ser doce e agradável, como se constituísse sua condição natural ser animalzinho de estimação de seu marido. Para atender a esse pensamento antiquado os diferentes povos da terra criaram muitas e incoerentes opções para agradar à loucura masculina.

   Um exemplo popular dessa prática é o sapato de lótus, onde a garota devia crescer usando um sapato minúsculo para deixá-lo pequeno (O padrão de beleza chinês).



 O pé de Lótus e o calçado utilizado.



   Essa prática está aparentemente acabando, mas seu princípio, de pôr a mulher conforme as convenções sociais de beleza persiste até hoje. Perfumes para usar, roupas para vestir, acessórios para usar, lugares para ir, como se comportar. Tudo isso está escrito no livro de regras da nossa sociedade de ignorantes.









Neste vídeo a cantora faz as perguntas "O que eu escolho? Por que eu escolho? Quem quer que eu escolha?" e afirma "eu não sou produto".



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