Nos noticiários temos visto com frequência esse ou aquele motorista que infringe alguma lei de trânsito ou sendo rude mesmo.
Motorista usando celular enquanto guiava veículo em Porto Alegre.

Outro condutor utilizando o celular enquanto dirigia no Rio de Janeiro.

Motorista xingando ciclista. Também no Rio.
Esses casos são poucos em relação ao grande número de reclamações dos usuários do transporte público. Mas, pense bem, será que as coisas que incomodam a você não incomodam aos condutores? Agora pense que eles passam por isso TODOS os dias.
Claramente esses motoristas estavam alterados e não deviam ter sido tão irresponsáveis, mas é necessário entender que eles também são vítimas. Basta ver casos como aquele em que um passageiro e o motorista brigaram, o qual, por levar um soco no rosto, caiu do viaduto e matou 7 pessoas.
É tudo uma questão de hipocrisia. O povo é louco para ver alguém pagar pelos erros da sociedade esquecendo que ele mesmo os comete. O que acontece com os motoristas acontece com qualquer um; Desafetos no trabalho, imprevistos, família, frustrações. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 84% da população das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro falavam no celular enquanto dirigiam. 84%! Tal número mostra com autoridade que podemos dizer certos de que somos uma sociedade sem moral, onde todos afirmam ser todo o resto errado.
Ainda esse ano tivemos casos simbólicos dessa nova preferência de bode expiatório. Motorista é chamado a atenção porque dirigia em alta velocidade e enfrentou passageiros. Outro diz no meio de uma viajem que estava cansado e precisava comprar maconha. Uma das principais causas de acidentes no Brasil é a alta velocidade, muitas vezes causada por álcool no sangue. Bebidas alcoólicas e maconha são drogas igualmente e mesmo assim a insistência em mostrar esses trabalhadores como fonte desses delitos é presente, quando qualquer pessoa, tão comum quanto um motorista, faz coisas do mesmo tipo e não é punida.
Realmente, ninguém quer terminar o dia ouvindo palavras agressivas de alguém, mas é mister entender que um condutor, do transporte público que seja, também sofre com os problemas que todos os cidadãos sofrem. Lembre-se que "a corda arrebenta no lado mais fraco" e, embora os erros se externem no comportamento dos funcionários, eles surgem no projeto daqueles que os contratam.
Outro condutor utilizando o celular enquanto dirigia no Rio de Janeiro.
Motorista xingando ciclista. Também no Rio.
Esses casos são poucos em relação ao grande número de reclamações dos usuários do transporte público. Mas, pense bem, será que as coisas que incomodam a você não incomodam aos condutores? Agora pense que eles passam por isso TODOS os dias.
Claramente esses motoristas estavam alterados e não deviam ter sido tão irresponsáveis, mas é necessário entender que eles também são vítimas. Basta ver casos como aquele em que um passageiro e o motorista brigaram, o qual, por levar um soco no rosto, caiu do viaduto e matou 7 pessoas.
É tudo uma questão de hipocrisia. O povo é louco para ver alguém pagar pelos erros da sociedade esquecendo que ele mesmo os comete. O que acontece com os motoristas acontece com qualquer um; Desafetos no trabalho, imprevistos, família, frustrações. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 84% da população das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro falavam no celular enquanto dirigiam. 84%! Tal número mostra com autoridade que podemos dizer certos de que somos uma sociedade sem moral, onde todos afirmam ser todo o resto errado.
Ainda esse ano tivemos casos simbólicos dessa nova preferência de bode expiatório. Motorista é chamado a atenção porque dirigia em alta velocidade e enfrentou passageiros. Outro diz no meio de uma viajem que estava cansado e precisava comprar maconha. Uma das principais causas de acidentes no Brasil é a alta velocidade, muitas vezes causada por álcool no sangue. Bebidas alcoólicas e maconha são drogas igualmente e mesmo assim a insistência em mostrar esses trabalhadores como fonte desses delitos é presente, quando qualquer pessoa, tão comum quanto um motorista, faz coisas do mesmo tipo e não é punida.
Realmente, ninguém quer terminar o dia ouvindo palavras agressivas de alguém, mas é mister entender que um condutor, do transporte público que seja, também sofre com os problemas que todos os cidadãos sofrem. Lembre-se que "a corda arrebenta no lado mais fraco" e, embora os erros se externem no comportamento dos funcionários, eles surgem no projeto daqueles que os contratam.
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